segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Chistes necessários


Ai, gente, tem hora que é preciso apelar. Buscar por aí a graça que uma segunda-feira cinzenta não tem, ainda mais quando a semana já começa com poucas horas de sono.

Resolvi fazer uma pausa "light", remexendo em cabeças alheias só para distrair. Fucei no blog do meu amigo Fabrício, que fala hoje sobre o MAU (assim mesmo, em letras maiúsculas) na internet. O assunto é sério, exige proliferação, mas o que eu queria era uma novidade boa, divertida. No hall de blogs amigos do meu amigo, eu encontrei "Uma dama não comenta" e ri sozinha. Super-leve, bem-humorado, blog bacaninha de verdade.

Esse é o tipo de exercício que tem me feito um bem danado, principalmente em tempos como esse, com uma notícia pior do que a outra na TV, no jornal, nas Curitibas da vida.

Respirar fundo, olhar pela janela, ouvir música boa, falar com alguém sem comentar de trabalho, almoçar em outra vizinhança. Caminhar por ruas novas, reparar nas casas, sentir como São Paulo é grande e a gente dá conta de viver nela. Pequenas variações sobre o mesmo tema que funcionam como gotas energizantes.

Outro dia uma amiga me convidou para assistir um filme qualquer no cinema sobre atentado, com explosão e perseguições. Ah, não, minha querida, vamos ver coisa mais gostosa. Para ver explosão eu vejo de casa mesmo, é só sintonizar em qualquer canal da TV aberta.

A gente precisa cuidar do nosso bem-estar, sim, não só no tangível, mas, sobretudo, naquilo que, efetivamente, melhora nosso humor e, na sequência, nossos convívios. Simplificar mesmo. Parar um tantinho, tirar um cochilo depois de um esforço daqueles, esticar a rede e deitar para ler um pouco. Ok, difícil no meio da semana, não é? A rede e o cochilo talvez, mas todo o resto é bem possível, sim, senhores.

Garantir uma qualidade melhor de vida exige algumas escolhas, como morar mais perto do trabalho, ter vida perto de casa (academia, escola, etc e aí evitar usar o carro), comer bem (de verdade!), procurar alternativas, praticar uma filosofia de vida condizente com os seus propósitos. Por isso, quando alguém me questiona sobre meu jeito de viver, eu respondo: eu faço comigo o que é melhor para mim. Simples assim. O bom é quando essa simplicidade favorece o questionamento no outro e o ajuda a encontrar o seu jeito de viver mais inteiro.

Entre as coisas que eu ainda não consegui é entender a falta de confiança (minha, sua, de todos nós). Mas, está aí uma coisa que eu nem sei se quero de fato. Talvez, eu deva apenas aprender a conviver com ela para não cobrar muito de mim nem de qualquer outra pessoa. Aqui vale encontrar o mesmo suspiro que precisei para suavizar essa segunda-feira cinzenta e rir. Pois, como se diz por aí, rir ainda é o melhor remédio.

Um dia, a mãe do saci pediu para ele ir ao mercado: -Durval vá ao mercado, mas vá num pé e volte no outro.O saci foi e nunca mais voltou!!!

Dois amigos se encontram depois de muito anos. - Casei, separei e já fizemos a partilha dos bens.- E as crianças?- O juiz decidiu que ficariam com aquele que mais bens recebeu.- Então ficaram com a mãe?- Não, ficaram com nosso advogado.

O condenado a morte esperava a hora da execução, quando chegou o padre: - Meu filho, vim trazer a palavra de Deus para você. - Perda de tempo, seu padre. Daqui a pouco vou falar com Ele, pessoalmente. Algum recado?

OBS: Chiste não tem nada a ver com shit, embora a idéia de bullshit seja bem apropriada... rs

2 comentários:

Giovanna Cantarelli disse...

obrigada!

Fabricio disse...

Sõ hoje que li esse post, acredita?

A Gaby, do "Dama", é muito gente boa, e uma comédia só! Ela faz parte do Balzac Squad, um grupo de fãs "velhinhos" de Guerra nas Estrelas"...

Bjo!