quarta-feira, 5 de maio de 2010

A César


Já faz tempo que eu observo o quanto todo mundo acha a vida injusta. Outro dia mesmo, minha faxineira disse "não entendo por que algumas pessoas tem tanto e outras tem tão pouco". Pois é.

Como budista que sou, e excessivamente rigorosa com algumas questões, devo dizer que não acredito em injustiça da vida. Acredito no homem injusto e olhe lá. Se a gente for levar ao pé da letra, se há injustiça humana é em retribuição a um desacerto humano na outra ponta também.

O fato é que esse tipo de sensação (vítima) faz com que todo o resto da humanidade, todas as plantas, insetos e baleias sejam carrascos aos olhos de quem é tão "desprivilegiado".

Bora, gente, bora assumir a responsabilidade de guiar a própria vida e destino. Fica um pouco pesado no começo, mas a sensação de liberdade é indescritível e maravilhosa com o passar do tempo, quando a gente vai tomando prumo e ficando forte. Sabe um músculo sem movimento por um tempo? Fica fraquinho, qualquer coisa cansa no começo, mas a medida que vai ganhando definição, as coisas vão ficando mais fáceis e leves.

É assim que é com a vida: tem que sair da inércia pra garantir alguma mudança, ué. Né? ;)

Beijos

Um comentário:

Hildete Barros disse...

Aíiii, Cacinha, gostei, é isso mesmo. Precisamos nos conscientizar que: "cabe a mim mudar toda a situação q/ não tá me agradando." Apartir daí, a gente deixa de apontar o dedo p/ o próximo. Valeu !!! bjs. tava c/ saudades.