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Turning on

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Por conta de um projeto retomado, hoje perguntei no Twitter o que seduzia meus seguidores. As primeiras respostas foram masculinas: cabelo comprido e bem tratado + lingerie. Na sequência, a ala feminina se manifestou: a campeã no quesito sedução é a inteligência masculina. Uma das seguidoras rebateu quase numa crítica: os homens são mais visuais, não todos, ela ressaltou, mas a esmagadora maioria. É, pode ser, mas há algumas boas, raras e deliciosas surpresas nesse caminho. Acho meio óbvio um homem deixar-se seduzir por uma lingerie ou teatrinho feminino, como desfilar longas madeixas (mesmo que sejam aplique), mexer o cabelo pra lá e pra cá, cruzar as pernas ensaiadamente, e todo o resto que todo mundo sabe. Meio óbvio também é a sedução (ou tentativa de) via artifícios que deixam desconfortável grande parte das mulheres (poucas são as que gostam de verdade). Por conta desse conversé todo, eu me lembrei das melhores seduções ever: a sedução da leveza, da alegria, da confiança e do pra...

Dores do ócio

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Sempre ouvi que a maior virtude da vida é a paciência. Pode até ser, desde que não confundida com a complacência, mãe de toda a preguiça e de todo adiamento que fazemos. Talvez por conta dessa confusão, a cada dia que passa me convenço mais de que nada deve ser adiado, absolutamente nada. Nem uma conversa, nem um abraço, nem um trabalho, telefonema, pedido, esforço, passeio, choro ou sorriso. Cheguei num ponto da minha vida que adiar significa correr o risco de ver, lá na frente, uma situação fora de controle, grave, descuidada, talvez irreversível. Como adiei muita coisa no passado, sei bem do que estou falando. Fiquei pensando ontem na quantidade de filhos desajustados cujos pais são boas pessoas e ninguém sabe como tudo começou. Certamente, desde muito pequena, a criança esteve lá mostrando sua personalidade esquisita, ou foi apenas alargando seus limites, enquanto pai e mãe estavam com preguiça demais para corrigir, achando talvez que a escola fosse dar jeito, ou a própria vida. Ad...

Amor é pão

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"Ela queria ser amada. Só pra ter ânimo de fazer todas as outras coisas: comer, cantar, sorrir, trabalhar, visitar a mãe, comprar sapatos, tomar café com leite, fazer supermercado (...)". Esse trechinho é de um blog chamado "Caras como eu", de Gabito Nunes. Eu achei fofo, bem a minha cara, por isso copiei. Engraçado como tem coisa que a gente lê e jura que foi a gente que escreveu, de tão igualzinho que é ao coração da gente. Mas, essa graça do amor, esse ânimo que o amor devolve, o viço da cor da cerejeira só acontece no amor dividido. Amor platônico ou solitário, ou aquele amor de manhã vazia, gera uma dor que não vale a pena. Não vale mesmo. Que me perdoem os mais poetas, que acreditam que qualquer amor interessa: romântica convicta demais para ser taxada de insensível, estou mais do que habilitada para dizer que não, tem amor que não vale a pena. Para esses casos, a melhor dica é: sentiu sinal de fumaça encardida? Run, Forest, run!!! Só tem um porém nessa histór...

Clube da Cantoria

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Meus queridos amigos e leitores deste blog, nos ajudem a divulgar o mais novo e exclusivo espaço para cantadores de música regional e autoral, please. Se conhecerem alguém no perfil, nos avisem também e faremos contato diretamente. Beijos, super-obrigada ;) O que é o Clube da Cantoria? Espaço para a música regional e autoral. Objetivo: Reunir músicos e compositores em um único espaço, visando a divulgação de seus trabalhos e atividades de forma individual nas mídias sociais (Twitter, Facebook, Orkut, Blog). Como é? O músico cadastrado deverá enviar para um único e-mail (da divulgadora), o material que deseja veicular. Além do material enviado, também serão divulgados os perfis nas mídias sociais individualmente (seu próprio Orkut, Twitter, Facebook, Blog e Site) e diariamente. Como participar Solicitar o cadastro por e-mail, enviando dados pessoais e foto para identificação no blog. Após o cadastro, será necessário o envio de seu mailing (o envio de seu mailing acelera o processo de di...

Na saúde e na doença

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“Na prosperidade, nossos amigos nos conhecem. Na adversidade, conhecemos nossos amigos”. Essa frase, de John Collins, me apareceu no Twitter hoje e, apesar de todo mundo estar cansado de receber frase feita desse tipo, é sempre bom parar pra pensar a respeito: quando estamos bem somos humildes e solidários com nossos amigos? E eles, quando estamos enfrentando problemas, foram cultivados por nós o suficiente para ficarem ao nosso lado? Certamente conheci meus melhores amigos durante meus piores problemas e me pergunto: fui amiga quando estava tudo pra lá de ótimo comigo? Qual o termômetro das nossas amizades? Existe um número "bom" de amigos, que nos diga o quanto somos queridos? No querido http://conspirar.wordpress.com/ , li também: “Uma mentira dá uma volta inteira ao mundo antes mesmo de a verdade sequer conseguir se vestir”.(Winston Churchill) Meu comentário por lá foi: "é que a verdade é, geralmente, preguiçosa e cheia de presunção: ela acha que, por si só, é capaz...

Sementes da mudança

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APÓS PERCORRER QUATRO CONTINENTES, A CIDADE DE SÃO PAULO RECEBE A PREMIADA EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL QUE ALERTA E CONSCIENTIZA SOBRE O PODER E A RESPONSABILIDADE QUE CADA UM DE NÓS POSSUI PARA EMPREENDER UMA MUDANÇA POSITIVA E FAZER PARTE DESTA MUDANÇA. Significado: A Exposição “SEMENTES DA MUDANÇA: A CARTA DA TERRA E O POTENCIAL HUMANO” foi criada pela Soka Gakkai Internacional (SGI) e pela Iniciativa da Carta da Terra, sendo apresentada pela primeira vez na Conferência Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, em Joanesburgo, em 2002. Organizada em torno dos 4 princípios gerais defendidos na CARTA DA TERRA (elaborada pela Comissão Mundial das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, em 1987): 1) respeito e cuidado com a comunidade da vida; 2) integridade ecológica; 3) justiça social e econômica; 4) democracia, não-violência e paz; Foi traduzida para inglês, espanhol, chinês, italiano, francês e recebe agora sua versão em português. Sobre a exposição: Por meio de 30 painéi...

Noite que vira dia

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A pauta do dia foi perda. Parece que todo mundo combinou o assunto: na hora do almoço, à tarde e depois à noite. Ô assuntinho desconfortável, eu não gosto. E não foi só da perda da morte que falamos exclusivamente, foi de todo tipo: filhos que se vão para morar com o pai, casamentos terminados, emprego, amizades "destruídas". Aquilo que antes parecia eterno, de repente bum!, acaba. A sensação que fica é de total falta de chão, um desassossego na alma, parece que nada mais tem jeito. É o fim de um ciclo, de uma fase, de uma história. O que me intrigou nessas prosas todas foi ninguém reparar nas perdas claramente positivas: não se perde só coisas boas, deixamos pra lá também as coisas ruins e muitas vezes nem é por opção consciente, é porque a vida evolui mesmo, os níveis ficam diferentes, os propósitos idem e, aí, é inevitável a ruptura. Sem falar também que na perda triste há um ganho homérico quando se entende o que é preciso: perder um emprego significa, muitas vezes, ter q...