domingo, 30 de agosto de 2009

O curioso caso de Benjamin Button


Eu já tinha assistido esse filme umas duas vezes. Lembro que nas duas lamentei não ter anotado algumas falas. Ontem, na terceira vez, consegui. E trouxe pra cá, para nunca mais esquecer. Mesmo que algumas pareçam óbvias, é isso que a gente sempre faz: esquece. Ainda tem a bagagem emocional do filme que dá muito mais sentido a cada palavra :)

"Nunca sabemos o que nos espera." (Queenie, sobre viver hoje)

"A gente pode ficar furioso com o rumo dos acontecimentos. A gente pode xingar, pode amaldiçoar o destino, mas quando chega o fim a gente tem que aceitar." (Cap. Mike Clark ao ser morto durante a guerra)

"Vc mal falou comigo." (Daisy p/ Benjamin, durante o reencontro)
"Não quero estragar tudo." (Benjamin p/ Daisy)

"Dorme comigo." (Daisy no reencontro)
"É claro que sim." (Benjamin)

"Nada dura para sempre." (Benjamin, com medo, p/ Daisy)
"Algumas coisas duram." (Daisy p/ Benjamin)

"Acho que foi naquele momento que ela percebeu que nenhum de nós é perfeito." (Benjamin, ao falar de Daisy)

"Mude ou continue sendo quem é. Não há regras para essas coisas." (Benjamin p/ a filha)

"Espero que vc tenha uma vida da qual se orgulhe. E se não tiver que tenha forças para comerçar de novo." (Benjamin p/ a filha)

"Boa noite, Benjamin."
"Boa noite, Daisy."

"Está tudo bem. Não há problema algum em esquecer algumas coisas." (Daisy p/ Benjamin quando ele começa a "envelhecer")

"Ele olhou para mim como se soubesse quem eu era. E fechou os olhos como se fosse para dormir." (Daisy, quando Benjamin morre em seus braços, bebê, sem memória)

sábado, 29 de agosto de 2009

A vida de todos os dias


Ontem à tarde, durante o trabalho, falamos sobre morte e ficamos ponderando sobre a dor: ela é maior quando a morte é repentina? Ou a dor esperada é tão sofrida quanto? Perguntei no Twitter e algumas pessoas responderam por lá mesmo, outras enviaram e-mail, duas ficaram preocupadas achando que talvez eu estivesse passando por uma perda e telefonaram. Fofo isso.

Enfim, a maioria disse que a morte repentina é mais dolorosa porque não permite despedida nem tampouco dá oportunidade de fazer o que se deseja para a pessoa que vai. Alguém também disse que depende, se para quem fica, se para quem vai. Minha amiga Sílvia foi muito mais profunda: escreveu que toda morte deveria ser esperada (não é a única certeza, afinal?).

Bom, o fato é que ninguém gosta do assunto. Eu, então, sempre tive pavor, não entendo, não aceito, não tenho consciência da finalidade. Por isso, cuidar da vida é tão importante pra mim. Cuidar da minha consciência viva é uma questão tão fundamental que é como se eu quisesse garantir que valha a pena tudo, no caso de não haver nada depois, que seja só pó. A intensidade da minha emoção e da minha busca é proporcional ao meu pavor pela morte.

Conheci uma pessoa impressionante durante um seminário essa semana. A Patrícia é intensa e cheia de paixão, mas, como todo mundo, tem um desejo sobrenatural de controlar o futuro. Sentiu um grande amor sem vivê-lo de verdade, sem concretizá-lo, e só percebeu o desperdício quando o homem que amava morreu de um câncer. Por uma série de questões familiares, ela nem pode acompanhá-lo no hospital, mal pode se despedir, e, claro, sofre demasiadamente pelo apego que não foi desatado por falta de... do que mesmo?

Todas as histórias que ouço me fazem pensar. Me fazem analisar minha vida, por que faço? por que não faço? por que digo/não digo? fico ou vou? Acho que isso ajuda um bocado, mas atrapalha na medida em que não sou fluida, estou sempre me apegando à experiências alheias para justificar minhas decisões. A conclusão que tiro dessa frase que saiu "sem querer" agora é que talvez eu tenha tanto medo da vida quanto da morte. E, atenta a isso pela primeira vez, vou tratar de me soltar, relaxar, viver. Talvez, afinal, a famosa "primeiro dia do resto das nossas vidas" parece fazer sentido.

Bom final de semana a todos. Um beijo cheio de vida.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Alegria


Clica no título: é bonitinha mesmo :)

Canta, dança, sem parar
Sobe, desce, como quiser
Sonha, vive, como eu
Pula, grita, ôoooo

Não segure mais os seus instintos
Porque isso não é natural
Sai do sério para aprontar um grito forte
Quando queira gritar
É saudavel, relaxante, recupera e faz bem a cabeça

Por isso canta, dança, grita, ôoooo
Vá em frente entre numa boa
Porque a vida é uma festa
Não controle, não domine, não modere
Tudo isso faz muito mal

Deixe que a mente se relaxe
Faça o que mandar o coração
Por isso canta, dança, grita, ôoooo

Não se reprima
Não se reprima, pode gritar
Não se reprima
Dança, canta sobe, desce
Vive, como pula, como eu

Canta, dança, sem parar
Sobe, desce, como quiser
Sonha, vive, como eu
Pula, grita, ôoooo

Chega de fugir, de se esconder
E de deixar a vida pra depois
Não precisa mais o mundo vira
O tempo corre nada vai te esperar
Entra de cabeça nos teus sonhos
Só assim você vai ser feliz
Por isso canta, dança, grita, ôoooo

Não se reprima
Não se reprima, pode gritar
Não se reprima
Dança, canta sobe, desce
Vive, como pula, como eu

Não se reprima

sábado, 22 de agosto de 2009

Adoro o virtual, mas sou real


Entrei na rede em 1996 com o UOL. Na "época", ler emails só mesmo pelo outlook, em casa, não tinha outro jeito. Pouquíssimas empresas usavam internet, webmail nem existia também. Mas, lembro que me apaixonei logo de cara, fiquei deslumbrada com a idéia.

Em 1998 fui passar uns tempos nos EUA e fiquei maluca porque o UOL não facilitava o acesso a minha caixa postal de lá. Foi quando abri uma conta no Hotmail, pra poder manter contato com o mundo de cá do jeito que eu já entendia ser bem inteligente e barato. Nos EUA a internet já era mais popular: em qualquer biblioteca o acesso era gratuito. Tinha fila pra usar e tempo cronometrado (30 minutos por usuário), mas estava valendo e muito!

De lá prá cá, minha paixão só aumentou. Além da possibilidade de conhecer um mundo de coisas, eu ainda podia ficar perto de gente querida que vivia longe (e ainda vive). Não que eu goste de trocar o real pelo virtual. Aliás, nunca acreditei (e ainda não acredito) em amores à distância, namoro virtual, sentimentos cozidos com "te amo" sem estar perto para o que der e vier, sem pegar, amizade com quem nunca se vê, não abraça, "tudo bem?" sem conteúdo. Mas, enfim, quando se trata de família e amigos vale muito a pena. Ajuda a manter o vínculo, e dá mesmo para se abrir mais facilmente, algumas vezes, já que a timidez diminui no online.

Bom, tudo isso para dizer que, além do volume de informações apaixonante, tenho vivido algumas experiências pessoais bem boas com meus blogs e outras redes sociais e está sendo uma delícia.

Um exemplo disso é que há alguns meses "conheci" uma pessoa por conta de um post que publiquei e tem sido um grato contato desde então. O mais engraçado é que o Augusto só encontrou meu post porque procurava no Google um post que ele próprio havia escrito com o meu nome (os maçons tem essa coisa com a flor de acácia mesmo).

Teve também, ontem, uma colega de trabalho que me falou: "nós temos um amigo em comum, descobri pelo Twitter". E não é que era mesmo? Trabalhei com o sujeito há anos, nem tinha mais contato, e deu para trocarmos muitas figurinhas por conta dessa teia.

Isso sem falar nas delícias que leio de gente despretenciosa que tem blog por esse mundão. A Andréia (de Portugal) tem sido a minha preferida, tão romântica e apaixonada quanto eu, ela escreve quase com o meu coração. Quanta gente alcançada, né?

Essa semana teve o encontro do Vírgula que escancarou ainda mais esse universo para o meu trabalho. Na quinta e na sexta que vem tem o Digital Age 2.0 também, mas, como tudo isso é business, eu vou contar no Transitando, passem por lá depois para conferir ;)

A vida na internet é um marzão de riquezas, tanto para o bem quanto para o mal, como tudo que tem a mão do homem. Mas, até mesmo porque vivo muito nesse mundinho, eu posso dizer: o virtual pode até levantar, mas só o real constrói e mantém. De verdade, eu acredito nisso mesmo. A gente pode achar o endereço da academia, mas dá pra ganhar condicionamento e massa muscular pela internet? Não, né? Então, o negócio é ir lá, e ao teatro, ao cinema, ao restaurante. Namorar de verdade. Viver la vida loca. Realmente loca.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Cansaço da alma


Minha alma está abatida, cansada. Não sei se por causa dos dias cheios, se por causa do excesso de gente, excesso de fala, excesso de egos. Pode ser tudo isso junto e mais o fato de ter que tocar um tanto de coisas sozinha. E não adianta, é assim toda vez que a lâmpada queima, o portão emperra, chega a hora de supermercado, a dúvida da vizinha. Todo mundo tem seu momento Dita, né?

Normalmente eu dou conta, mas tem dia que eu chego à exaustão completa, à uma inércia sem apetite, sem sede, aquela velha pergunta que volta vez por outra: por que mesmo?

Enfim, uma boa noite de sono sempre resolve. Ainda bem. E assim eu vou. E volto.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Lá fora


Cheguei há pouco de um evento de trabalho. Saí de casa com uma noite deliciosa e voltei com chuva. Mas, era uma chuva tão gostosa, tão necessária, que foi bonito ver a água caindo pela Paulista, aquela coisa poético-brega da luz acendendo as gotinhas... fazendo barulho na noite, meio quieta, meio acordada, bonito...

Gosto quando eu paro pra reparar nessas coisas. Ainda hoje, voltando do almoço, olhei para o céu: todo cheio de floquinhos, sol quentinho e um ventão. Ventou bastante à tarde, já era a frente fria chegando.

Essas distrações me aliviam de ter que ver outras coisas bem chatas, que me deixam indignada e em estado de irritação impotente. Nesse dia tão lindo também me deparei com criança obesa comendo um baita sanduíche de rua com a mãe ao lado e milhares de adolescentes fumando em frente a FMU. Nossa, isso me incomoda!

Por que é que uma mãe dá lixo gostosinho (?) para o filho com excesso de peso comer? É mais fácil mesmo? E depois? Vai chorar pelo menino quando ele se transformar num doente crônico? Imperdoável.

E, se ver adulto fumando já é incompreensível, que dirá esse povo-mirim, brincando nos faróis com a cara-pintada pela facu recém-conquistada. De novo: cadê pai, cadê mãe??? Ninguém educa mais?

Como fica a história da construção diária da saúde, da disciplina, do pensar a longo prazo, da profilaxia? É mais fácil remediar do que cuidar? Não entendo. Meeeeesmo.

Pena que amanhã vai fazer dia frio e cinzento. Tava tão bom o céu azul e o sol me ajudando a devanear... volta, verão, volta!

sábado, 15 de agosto de 2009

As tuas costas nuas


Trabalho feito, fui passear por outras bandas só para provocar meu coração romântico. E consegui.

Escrito por Andreia:

não nos víamos havia três dias. havia a tua falta em todas as partes do meu corpo.
depois do silêncio, chegaste. tinha planejado dizer-te que há noites em que penso que vou morrer sem ti. o escuro assusta-me, a claridade das persianas abertas também, o ruído dos carros, do comboio ao longe, quase do mar. imagino que andam por lá seres submarinos escondidos que vão entrar pela minha janela e arrancar-me desta felicidade dolorida. nas outras noites, quando sei que vais chegar, corro pela cidade, pela casa, abro e fecho o frigorífico, faço cinco jantares, não como nenhum, espero-te imóvel uma hora antes, a poupar o corpo para ti. olho apenas para todos os relógios da casa, as horas que não passam, os minutos lentos, um cão a ladrar lá fora, mas tu sem chegares. até que há uma porta que se abre, chegas. tu, o teu cheiro, a tua barba por fazer, palavras sussurradas, todos os meus planos invertidos, ridículos, as tuas costas nuas depois, o abraço e o sono a seguir. nem sei se fechamos a janela, amor.

(do http://www.masurcafogo.blogspot.com, uma salada de bons blogueiros)

Firulando


Trabalhar no sábado, depois de sol e almoço, é difíííícil... mas, já que eu tenho que escrever, que seja começando por aqui, nem que seja um tiquinho só :)

E eu decidi falar sobre uma coisa engraçada: os comentários sobre o meu mini-post de ontem. Até minha mãe se pronunciou, coisa mais fofa do mundo. Numa única frase, me chamou, com outro termo, de "saidinha" (mas, nem assistiu ao vídeo, olha só).

As amigas, tão saidinhas quanto eu, entenderam o recado e a-do-ra-ram. As mais "difíceis", digamos assim, disseram que preferiam mesmo ir sozinha no banco de trás, afinal, homem tinha mais é que servir a mulher mesmo. Bom, sobre isso prefiro nem me comentar... é assunto demais.

Provocar não foi a intenção, mas não é que foi uma delícia? Vou usar mais vezes :)

Agora, como eu sou repetitiva quando gosto (já até publiquei o vídeo), segue a letra de My sacrifice. Não dá vontade de correr a 20 por hora? E num sábado lindo desses, então...

Hello my friend we meet again,
it's been awhile, where should we begin,
feels like forever,
within my heart are memories,
of perfect love that you gave to me,
I remember.

When you are with me, I'm free,
I'm careless, I believe,
Above all the others, we'll fly,
this brings tears to my eyes.

My sacrifice
We've seen our share of ups and downs,
or how quickly life can turn around,
in an instant,
it feels so good to reunite,
within yourself, and within your mind,
Let´s find peace there.

I just want to say hello again,
I just want to say hello again,

When you are with me, I'm free,
I'm careless, I believe,
Above all the others, we'll fly,
this brings tears to my eyes.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Junto é melhor


Adoro essa propaganda, acho uma delícia. O sorriso de malícia é uma coisa boa que só.

Mas, sinceramente, na prática mesmo, acho a moça uma tolinha: por mais que eu entenda a intenção da coisa, jamais escolheria o banco de trás... a menos que fosse acompanhada (com motorista na frente, não interpretem de outra forma, rs).

Assistam lá no título e me contem depois.

Excelente final de semana, gente. Teremos um sol maravilhoso em São Paulo :)

Beijos

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Human


"I must learn to love the fool in me - the one who feels too much, talks too much, takes too many chances, wins sometimes and loses often, lacks self-control, loves and hates, hurts and gets hurt, promises and breaks promises, laughs and cries.

It alone protects me against that utterly self-controlled masterful tyrant whom I also harbor and who would rob me of human aliveness, humility, and dignity but for my fool."

(Theodore Isaac Rubin)

A delícia de Human, Killers, está no título. Dá até para imaginar...

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O bem que me mantém


Eu sempre fui adepta do conceito do "bom selvagem", de Rousseau. Acredito que as pessoas nasçam boas, mesmo, mas que vão se envenenando vida afora com a vaidade, o orgulho e outras incapacidades de lidar com o real. Aí, ressecam a confiança em si e, claro, no outro, e deixam de amar para temer, envergonhar-se, esconder, disfarçar, sombrear, iludir. Ainda é uma boa pessoa, só que com cascas demais para que alguém enxergue alguma coisa além da maquiagem. O que une ao outro, então, é só o apego do ego, e todo mundo sofre e nem sabe mais porquê.

A coisa boa é que existem algumas pessoas que aprenderam a descascar e que são verdadeiros bálsamos na vida da gente. Gente que sinaliza com o coração bom de verdade, puro, e, o melhor, simples. Gente que, quanto mais a gente conhece, mais gosta e admira, porque fica mais transparente conviver, gostoso porque honesto, saudável porque sincero. A bondade da alma é sincera.

Tenho tido uma sorte danada nessa vida ou, como me disse alguém, meu radar para detectar gente generosa é pra lá de ajustado. Não me afino com gente maldosa ou ressequida, não gosto de vítimas eternas, nem de vazios. Não acho que eu seja exigente, só não quero ficar doente e entendi que é possível.

Além do mais, para manter meu coração saudável, preciso de bons estímulos e nada, nada, como ter gente de bem com a vida por perto. Isso não quer dizer gente sem problemas. Vamos combinar que isso obviamente não existe. Mas, gente com problemas e com sorriso e confiança é a coisa mais linda desse mundo. Adoro mesmo.

Ainda há pouco falava de bom humor. Ah, gente, não é uma delícia? Não é palhacitos, não, é disposição para terminar o dia bem, olhando a lua, renovando, encarando, pensando, ajustando, tomando vinho, conversando, compartilhando, vivendo! Amanhã a gente acorda e pronto!

Por isso é que eu agradeço tanto por ter a sorte de conhecer gente tão especial, que me melhora na risada e me melhora no confronto. Mesmo na falta de onda, me melhora. Me melhora onde e como quer que seja.

Isso faz valer a pena qualquer coisa.

"Ser tocado! Acaso sabem vocês o que é ser tocado por um ser humano?" (Anais Nin)

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

... digite 0 para falar com nossos atendentes


Pela primeira vez, vou publicar um post nos meus dois blogs, tamanha é minha insatisfação com a Tim.

A gente sabe que o atendimento telefônico das operadoras de celular + Telefônica é péssimo. Todo mundo já experimentou a sensação de impotência cada vez que precisa resolver um problema ou cancelar um serviço por telefone. Ainda assim, hoje eu cheguei ao limite da frustração depois das inúmeras tentativas de ter o que é direito meu, pelo qual pago todo mês.

Todas as atendentes com quem falei foram “educadinhas”: mesmo tom de voz, mesmo script, mesma falta de interesse e, pior, mesma falta de capacidade. Começo a desconfiar que essas empresas contratam pessoal desqualificado justamente para manter o serviço ruim, para ficar barato oferecer um telemarketing “só para constar”, para se enquadrar na legislação do consumidor. Não é possível que a intenção seja ajudar o cliente, não é possível. Se fosse, seria fácil fazer.

Foram 8 ligações, 17 atendentes, 6 números de protocolo. O saldo foi um patético “aguardar 5 dias”. Aí eu perguntei: quem vai pagar pelos 8 dias (3 já vividos e os próximos 5) sem o serviço? A resposta? “Isso eu não posso responder, senhora”.

Até quando nós continuaremo suportando esse desrespeito? O pior é que, ainda por cima, dá preguiça de procurar os órgãos competentes (?) para oficializar a queixa. Só de pensar no cansaço que isso dá e na ineficiência da coisa, eu prefiro trocar de operadora. Dá trabalho também, mas pelo menos o recado fica claro.

Na altura do campeonato, eu nem me aborreceria se alguém me dissesse “estamos com problemas técnicos, retomaremos à normalidade em 5 meses”. Adoraria a verdade a ver a minha inteligência subestimada de maneira tão aviltante, e minha paciência testada de forma tão estúpida.

Como é inútil tentar comunicação através do site da Tim (believe me, I tried), além dos blogs, vou espalhar meu descontentamento pelas mídias sociais, assessorias de imprensa e jornais. Quem sabe alguém me ouve, né? Eco entre os leitores eu sei que encontrarei, resta saber se alguém teoricamente responsável por resolver alguma coisa será capaz de cumprir sua função. Na torcida, afinal, é só o que me resta por ora.